Por muitos anos, a celebração do Natal me era um ato externo, bonito sim, mas em meu coração não estava acontecendo, pois o mesmo ainda era apenas a gruta vazia e gelada.

Na plenitude da misericordiosa graça de Deus para comigo, aquela gruta interior percebeu de repente, a chegada de José e Maria… para mim foi surpresa e um pouco de desconforto, porque não sabia o que fazer, como me portar, etc. Percebi de repente, o Filho de Deus humanado reclinado na manjedoura e José e Maria ajoelhados contemplando-O em adoração… fui atraída a fazer o mesmo… este foi verdadeiramente o meu 1º Natal. Desde então o celebro no silêncio de uma noite feliz… e juntamente com os pastores que ali se aproximaram, permaneço oferecendo a Jesus, o pastor dos homens, o ‘cheiro’ das ovelhas impregnado nas minhas vestes, pois Jesus me ensina a carregar nos braços aquelas que me destinou para cuidar em nome d’Ele…

Certamente você sócio amigo, sua famílias, são uma destas ovelhas do rebanho de Cristo. Obrigada por sua vida evangelizando conosco!

Feliz Natal e abençoado 2022!

Maria Francisca Crocoli Longhi

O Natal que marcou a minha vida profundamente, foi o da primeira vez que celebramos em 24 de dezembro, com Missa. Naquele Natal percebi que, mesmo vivido em família de maneira agradável, como sempre fiz ao longo da minha vida, com toda a preparação da espiritualidade que envolve esta festa, ainda não tinha vivido quele, “Hosana na alturas e Paz na Terra aos homens de boa vontade!” Jesus estava presente, mas ainda não era o centro, o Deus feito carne como foi através daquela celebração bem preparada, cheia de cânticos litúrgicos, que trazia aquele acontecimento para dentro do meu coração como nunca havia sentido antes. Senti como se Ele, desde sempre, tivesse preparado, como eu fazia em casa, o meu coração. Agora Ele mesmo, com sua beleza de Menino Deus, havia entrado de forma extraordinária dentro de mim, fazendo verdadeira festa!

Gislaine Tronco Benedetti

Desde que lembro, os meus natais foram vividos no verdadeiro sentido, que é o nascimento de Jesus Cristo. Lá em casa nós comemorávamos o Natal realmente como o dia do nascimento de Jesus. Fazíamos o presépio no dia 23 e 24, indo buscar as barbas de pau, os limos, pintávamos os papelões para imitar as pedras de Belém, colocar e instalar as luzinhas piscando, o lago e outros detalhes.

Tinha um pouco de fantasia também, como, colocar sal num prato para o burrinho que carregava Nossa Senhora e o Menino Jesus, puxados por São José. A partir daquele dia até o dia dos Reis Magos, no dia 6 de Janeiro, o nosso local de oração passava a ser junto ao presépio.

Quando criança, meus pais sempre me incentivaram a acreditar que era o Menino Jesus que trazia o presente de Natal. Jesus é o único que dá presentes em vez de recebê-los.

Hoje, na glória de Deus, celebro com Ele o meu eterno Natal e desejo a todos vocês um feliz e eterno Natal!

Mosart Roque Longhi (19/10/1948 – 05/05/2021)