A morte na cruz do Filho de Deus humanado é um acontecimento “cósmico” porque naquele momento:

1) – O sol escureceu. O firmamento manifestou sua presença diante daquela terrível execução.

2) – O véu do Templo se rasgou em duas partes dando-nos agora no Filho, livre acesso ao Pai.

3) – A terra tremeu e alguns mortos reviveram, testemunhando que Jesus Cristo é o único que nos dá segurança e firmeza, bem como é também o Senhor da vida. (Mt 27)

O centurião romano que comandava a execução de Jesus, diante de tudo isso, confessou: “Verdadeiramente este homem era o Filho de Deus” (Mc 15). Com essa profissão de fé teve início a Igreja para os pagãos.

São Paulo diz que na Cruz Cristo aboliu toda a separação do homem com Deus e dos homens entre si. (Jo 8)

Vivendo o tempo da Quaresma seguida pela semana da Paixão, entramos na Vitória de Jesus sobre todo o mal, sobre o poder da morte eterna que Adão e Eva, ao pecarem, atraíram sobre toda humanidade.

A Ressurreição de Jesus, que é Sua e nossa Páscoa, ultrapassa a história mas deixou seu rastro de luz nesta mesma história. Ele é o vivente.

Em Jo 17,28 Jesus diz: Vou e volto a vós… na Cruz, na Ressurreição e na Ascensão, Ele parte mas é também o Seu vir. Agora pode ser invocado por todos através da história inteira e em todos os lugares.

Por meio do batismo a nossa vida já está escondida com Cristo em Deus, na nossa verdadeira essência, já no alto, junto d’Ele à direita do Pai.

Salve! A nossa vitória em Jesus.
FELIZ PÁSCOA.

Maria Francisca Crocoli Longhi
Fundadora da Comunidade Oásis