Se se perguntasse aos homens de hoje quem eles pensam ser Jesus Cristo, de modo geral, respostas muito positivas seriam dadas: uns diriam que é um “iluminado”; outros, que é um “espírito-guia”; outros ainda, que é um “profeta”. Mas, em um mundo contaminado pelo indiferentismo religioso, onde o que vale é “crer em alguma coisa”, quem está disposto a reconhecer no filho da Virgem Maria o “Cristo de Deus”, como fizeram os Apóstolos e como faz ao longo dos séculos a santa Igreja Católica?