A Igreja sempre traz uma resposta providencial para cada tempo. O papa São João Paulo II compreendeu as Novas Fundações como “uma resposta providencial, suscitada pelo Espírito Santo para estes dramáticos desafios atuais”. “Vós sois esta resposta providencial”, afirma ele.
As Novas Fundações respondem à necessidade de um novo ardor missionário, de um novo empenho e envolvimento dos leigos na vida e missão da Igreja, um novo sopro do Espírito Santo. A Igreja sempre responde aos tempos e as Comunidades Novas são testemunhas da ação do Espírito Santo, são homens e mulheres conhecedores das verdades da fé, que devem ser proclamadas sem temor, homens e mulheres com a experiência de Deus, com a clareza do caminho e com desejo de santidade, sendo “sinais de esperança para o bem da igreja e dos homens.”
Enquanto Carisma na Igreja, são uma manifestação atual, não única, mas íntegra, com uma autoridade própria, para manifestar os filhos de Deus num mundo secular, que hoje vive dominado pelo relativismo, e tantas outras ideologias inseridas no mundo social, profissional, cultural e político. Como declarou São João Paulo II:  “A partir do Concílio Vaticano II, o Espírito Santo suscitou uma primavera na igreja. As flores e os frutos dessa primavera podem ser vistos, sobretudo, nos Novos movimentos e nas Novas Comunidades de vida e Aliança, envolvendo especialmente os jovens que deixam tudo, os prazeres do mundo, a família, para servir a Deus unicamente.”
As Novas Fundações trazem à Igreja um grande impulso missionário, constituem uma grande força para a evangelização neste tempo, não sem provas, tribulações e perseguições, mas quando a Igreja não sofreu essas realidades? Há cristãos que também sofrem e estão pelo resto do mundo, querem a Cristo e pertencem a mesma fé. Deus dá forças aos seus servos nas provações, a graça Dele sustenta; a Palavra, o Magistério da Igreja firma os passos para que se manifeste ao mundo os filhos de Deus, porque se isso não acontecer, almas e corações vão se perder.