Quando eu estava no segundo ano da Universidade na área da saúde, estudava uma matéria que se chamava engenharia genética. Esta matéria aprofundava o conhecimento da embriologia humana na fase inicial da vida humana. No mesmo ano desses estudos estava no segundo ano do meu matrimônio; e infelizmente, fazia uso de anticoncepcional. Acontece que sentia vários efeitos colaterais com o uso dessas pílulas; hoje vejo que foi uma graça que recebi, o fato de ter sentido muitos efeitos colaterais com o uso do anticoncepcional, pois esses feitos fez com que buscasse respostas para saber o que estava acontecendo comigo. Foi então que ao ler a Bula do anticoncepcional que usava, nas informações da farmacodinâmica, que me deparei com a descrição do modo como essas pílulas agem no corpo. O descobrimento de uma das ações deste contraceptivo fez com que decidi interromper o seu uso.

Nas informações da Bula descrevia que o anticoncepcional impedia a nidação do blastocisto no endométrio. Naquele tempo compreendi bem essas informações, por estar estudando a embriologia humana. As palavras cientificas utilizada pelo laboratório, para descrever como age o anticoncepcional no útero, dificulta a compreensão para a maioria das mulheres. O efeito de impedir a nidação do blastocisto no endométrio, a tradução em uma linguagem simples, significa: “ Impede que o bebê em sua primeira fase de desenvolvimento embrionário se fixe na parede do útero materno, portanto é um efeito abortivo.

No mesmo dia da descoberta deste efeito abortivo, produzidos pelos anticoncepcionais, me posicionei com o apoio do meu esposo, e desde aquele dia nunca mais coloquei uma pílula na boca, foi o dia da minha libertação.

O anticoncepcional impede a mulher de ser “mulher”, de ser feminina e até mesmo de ser mais “viva” e atraente.

Quando um hormônio artificial entra no sistema hormonal natural do corpo feminino, acontece uma mudança radical. A mulher que usa essas pílulas tem a desvantagem de ser “tirado” dela a ação natural dos hormônios conhecidos como estrógenos.

Os estrógenos na mulher é que faz com que ela tenha inclinação para intimidade conjugal com seu esposo. Os estrógenos na mulher é que deixa a pele e os cabelos bonitos e os olhos mais brilhantes. É o estrógeno que estimula o bom humor feminino e a deixa mais tranquila. Os estrógenos têm uma ação neuroprotetora e cardioprotetora, e todas essas vantagens dos estrógenos natural no corpo da mulher são “removidos” quando a mulher usa anticoncepcionais.

Muitas mulheres que usam os anticoncepcionais não entendem por que elas não sentem desejo sexual pelo seu esposo, então elas se confundem e acha que não ama mais o esposo. O que ocorre na verdade é que o anticoncepcional impede a ação natural do estrógeno que é o hormônio que favorece o desejo sexual na mulher.

Quanto aos efeitos abortivos dos anticoncepcionais, hoje é muito mais esclarecido, seja pela ciência farmacêutica, seja no campo espiritual, que descreve com clareza esses efeitos. Na área da ciência, a farmacêutica católica Dra Ana Derosa tem um matéria disponível na internet , basta ir no sistema de busca e digitar: “A pílula anticoncepcional e os abortos ocultos”. No que diz respeito a orientação católica sobre esses mesmos efeitos, o padre Paulo Ricardo tem o seu site o vídeo intitulado: “Abortos Ocultos” , vale a pena assistir.

Mulher, se você é usuária do anticoncepcional, convido você em nome de Jesus, a se libertar dessas pílulas e verás renascer em si uma nova mulher.
Convidamos você também a conhecer o Método de Ovulação Billings, que te auxiliará a ordenar e a acolher a própria fecundidade.

Cleonice Macedo Kamer.

1 https://anacarolderosa.com.br/a-pilula-anticoncepcional-e-os-abortos-ocultos/
2 https://www.youtube.com/watch?v=VXcpiktmYfM


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