O sacerdote americano Pe. John Flynn, que tem empenhado seu ministério sacerdotal em defender o matrimônio e a família; divulgou nesta semana um estudo sobre a gravidade do divórcio e o trauma para os filhos.
“Após o divórcio, as crianças recebem menos apoio emocional, assistência financeira e ajuda dos pais. Há também uma diminuição na auto-estima, na afetividade e no incentivo à maturidade social. Menos momentos de lazer e mais castigos físicos é outra conseqüência da separação dos pais para as crianças.”[1]
Pe. John, também demonstrou através de um estudo que as crianças que são filhos de pais divorciados, são afetadas em sua religiosidade:
“Depois do divórcio, eles ficam mais propensos a parar de praticar a fé”. O declínio na prática religiosa impede as crianças de conhecerem os efeitos benéficos da educação religiosa: a estabilidade do casamento, a educação, a capacidade de produzir renda, a saúde física e mental.Dado o impacto que o divórcio tem na educação das crianças, as pessoas que sofrem esse trauma têm renda e patrimônio mais baixos do que a média, além de uma chance maior de enfrentar dificuldades financeiras. A parte final do estudo divulgado pelo Pe. John explica que, o sofrimento das crianças continua durante muito tempo depois do divórcio. Os efeitos negativos podem durar até três décadas.”[2]
Agora os matrimônios de hoje, podem contar com um apoio de maior alcance por parte da Igreja Católica, que sempre esteve atenta ao sofrimento das famílias que se rompem. Hoje somos beneficiados, por poder contar com a intervenção da Igreja através dos meios de comunicação.
A rádio, a internet, a televisão Católica leva a verdade de Cristo fortalecendo homens e mulheres para viverem a fidelidade ao matrimônio mesmo em momentos difíceis. Estes meios de comunicação também preparam os corações para que aconteça a restauração da família.
Cleonice M. Kamer – Consagrada da Comunidade Bom Pastor
[2] Ibid












